
Eu poderia te bater,quebrar o seu pescoço,
te jogar na frente de um ônibus
ou de um caminhão,
pôr veneno na sua bebida
ou te jogar numa jaula com um leão,
mas eu só quero que você se afaste
antes que isso me mate.
Priscilla.

Um cara,daqueles que não tem cara de romântico.Perfeição para umas,imperfeição para algumas.Parando pra pensar como seria ele numa sexta-feira: Na sala,encostado no sofá,bebida&bebidas no chão,Rock n' Roll,pensando como é com ter o seu próprio apartamento,guitarras,mulheres,nudez.Não parece,mas ele tem coração.E ele o usa da melhor forma de todas.É tão surreal que eu não consigo nem explicar,até porque estou falando de coração,e coração não se explica,se sente.Imagino ele daqui há 10 anos: Casado? não.Filhos? não.Animal de estimação? não.Ele pode até querer,mas eu não consigo imaginar.Eu o imagino...famoso,sei lá.Ainda entediado,mas com curas próximas e possíveis.Admirável ser humano.Seria eu sortuda ou merecedora de tal amizade? agora acredito que "Nos pequenos frascos estão os melhores perfumes".Uma coisa tão simples me faz tão bem.É por isso que não converso com todos,guardo o que posso dizer de bom para quem entende.
É,sonhei com você e odiei! Não quero lembrar.Mas como lembrei,melhor pôr pra fora essa saudade,essas lembranças de você.Era tudo tão bonito,divertido...faz falta,não vou mentir.Procurei consolo em Caio Fernando Abreu e ele me fez lembrar quão forte era aquele sentimento meu e aí fiquei com vontade de mais,mas eu me nego a voltar a sentir o que eu senti.Quero tempo pra me recuperar.Ah,meu flor,não sei se é natural você me fazer falta..pena que não deu tempo de eu te dizer o que eu queria,né? Hoje em dia,também diria,mas seria sem graça,pois o sentimento não é mais o mesmo e eu não iria suspirar a cada palavra,pena que não deu tempo de você ouvir um "Eu te amo" olhando nos meu olhos,mas enfim,você foi você,eu fui..eu fui. "Não sei, não me interrompa agora que estou quase conseguindo, disponível só, não é uma palavra bonita? Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreender." (Caio Fernando Abreu)
